segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Mostra Final Projeto Ademar Guerra 2013
A Mostra acontecerá na cidade de Garça de 13 a 17 de novembro deste mesmo ano.
Kaleitus será o espetáculo de encerramento da Mostra, às 18hrs, dia 17/11/2013, no Teatro Municipal Miguel Mônico.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=745702125444731&set=a.592321804116098.148689.591839677497644&type=1&theater
"Pois que ouçam, pois que vejam, pois que sintam..."
Ficha Técnica
KALEITUS
Texto original: Gero Camilo
Adaptação: a Cia.
Direção: Filipe Macedo
Orientação Artística e Parceria: Fabiana Monsalú
Concepção Musical: Nivalmir Santana
Letras das canções: Gero Camilo, Gabrielle do Vale, Eliane Neres e a Cia.
Percussão: Fábio Maganha
Iluminação: a Cia.
Figurino: Luzia Bento da Silva, a Cia.
Cenografia: Alexandre Sierra, a Cia.
Elenco:
Diego Zanelato
Eilem Brandani
Eliane Neres
Helio Silva
Maria Petrucia
Maria Helena Fogo
Rosangela Sierra
Tina Chaves
Bons ventos
sábado, 3 de agosto de 2013
Projeto Ademar Guerra
Durante o ano de 2013 já recebeu orientação de grandes profissionais como Alexandre Dal Farra, Viviane e principalmente Fabiana Monsalú, que tem sido peça fundamental na produção do espetáculo Kaleitus.
Kaleitus é um texto de Gero Camilo que a Cia Minha, Nossa! tem se debruçado com muito empenho e dedicação, porém encontrando muitos desafios no caminho.
Com base na obra, a Cia já realizou uma exposição chamada Obirin Wa na Biblioteca Municipal de Osasco. Neste mês de agosto acontecerá um encontro regional organizado pelo Projeto Ademar Guerra no qual a Cia Minha, Nossa! apresentará uma cena também baseada na obra.
Ministrante: Mauro Júnior
Ministrante: Mauro Júnior
Av. Papa João XXIII, 1175 - Bairro: Campo Grande - Pilar do Sul – SP
Data: 24 e 25/08
(11) 4096-9866
Saiba mais sobre o projeto: http://oficinasculturais.org.br/projeto-ademar/o-projeto.php
Sobre a exposição Obirin Wa: http://ciaminhanossa.blogspot.com.br/2011/03/obinrin-wa.html
Ademar Guerra
Sobre Ademar Guerra
domingo, 21 de julho de 2013
Maré
Maré
Comadre Fulozinha
Numa água tão cristalina
Numa água tão bela e fina
Que desce lá pra maré
Eu vou me banhar
Nas águas do Catolé
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
As Lavadeiras (deu saudade)
Sábado à noite tudo pode acontecer... e teve poesia declamada "concorrendo", do declamador Vagner. E o Vagner, escreve por sinal, muito bem! Ele faz Letras na USP. Sua declamação despertou muitas sensações, como também chamou muita a atenção, a declamação da Maria Helena FOGO!
O Vagner declamou de sua autoria o poema "Daqueles mais simples (V) ou Gaia", de sua própria autoria, enquanto a Maria Helena FOGO! de Cora Coralina a poesia "O Cântico da Terra". Foi assim o inicio da noite do sábado, dia 16 de outubro de 2010.
A participação do público foi de alto nível também! Houve várias declamações espontâneas. Teve poesia lida, declamada de cor e improvisada na hora. Fizeram essa proeza os declamadores, Marcelo, Moa Cerqueira e a poeta Cibele. Foi muito bacana, na platéia havia vários talentos escondidos... e que foram revelado!
Para encerrar a noite, foi apresentado pelo Grupo Cia de Investigação Teatral Minha Nossa (é isso mesmo, o nome do grupo!) a poesia "Lavadeira" com belas imagens boas atrizes e bom figurino!
Sábado, 16 foi apenas o segundo dia e o FENAPO já se mostra revelador de grande surpresas. O que podemos esperar das próximas noites?
FENAPO 2010. Você em Cena!
Grande Abraço,
Eliabe Vicente
Coordenador FENAPO
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
"Se não vier vou te buscar vestida de mar."
Imagem retirada da página http://www.youtube.com/watch?v=XsLIid6LN_0&feature=autoplay&list=AL94UKMTqg-9BSAGD5LsI4gNHP5W2BqWwL&playnext=9
do vídeo.
domingo, 30 de setembro de 2012
Boa Noite
Bom dia, pra quem é de bom dia
A bênção, meu pai a bênção
Maculelê é o rei da valentia
Eu vim de Angola ê
Mestre Popó de onde é que veio
Eu vim de Angola ê
E o atabaque de onde é que veio
Eu vim de angola ê
E o agogô de onde é que veio
Eu vim de Angola ê
Tindolelê é sangue real
Meu pai é filho, eu sou neto de Aruanda
Tindolelê, Auê Cauiza
(boa noite pra quem é de boa noite)
Ô bom dia, pra quem é de bom dia
(bom dia pa quem é de bom dia)
Fonte: http://letras.mus.br/berimbrown/1139193/
domingo, 13 de maio de 2012
Foi na puxada de rede que o mar me presenteouFiquei com fome e com sedePois foi na puxada de rede que eu trouxe o meu amor (bis)"
http://www.vagalume.com.br/trio-forrozao/na-puxada-de-rede.html#ixzz1unfpCpOB
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Sétimo capítulo
Tempo-ritmo
Kusnet começa este capítulo com uma observação muito interessante sobre comentários comuns de se ouvirem nos bastidores e no fim do espetáculo: “O espetáculo não é mau, mas falta ritmo” ou “Essa cena precisa de muito mais ritmo!” Mas o que raios vem a ser esse ritmo para o teatro?
O ritmo, no âmbito musical, se trata do “agrupamento de valores de tempo combinados por meio de acentos; organização do movimento dentro do tempo com volta periodica de tempos fortes e tempos fracos, num verso, numa frase musical, etc”, enquanto que para as artes plásticas e na prosa o ritmo se trate de uma “harmoniosa correlação das partes”. O tempo apontado como item principal do ritmo, para nós é considerado como a velocidade do ritmo. Para demonstrar a necessidade da união dos dois termos Stanislavski utilizava o termo tempo-ritmo. Para demonstrar a necessidade da união dos dois termos Stanislavski utilizava o termo tempo-ritmo.
Mas o que seria essa melodia no palco?
O ator é que vai ditar como será o andamento da peça. Através do seu corpo, da sua entonação vocal, do andamento que é dado para cada cena. O ator terá de fazer com o espetáculo o que Beethoven faz em sua ópera: Suas obras são cheias de nuances, onde acontecem trechos rápidos e lentos, fortes e menos intensos. Assim também deve ser o trabalho do ator. Ele deve ter a percepção nos estudos de como deve ser o andamento daquela cena, qual a intensidade que deve ser colocada naquela cena, naquele corpo para conseguir atingir o objetivo daquele momento. O conjunto de “intensidades” ditam qual será o rítmo desse trabalho. Claro que, assim como na música, esse ritmo tem que estar em harmonia com o todo. Não se pode fazer uma cena que destoe de outra. Assim o todo se apresenta de forma sinuosa, passando pelos momentos altos e em momentos menos altos. O que é importante frisar é que mesmo nesses momentos “baixos” a energia tem q ser a mesma, a presença do ator em cena não cai. O ritmo do ator vai refletir diretamente na platéia, ou seja, um ator que está fora do compasso da “grande orquestra”, pode comprometer a peça inteira deixando a platéia eufórica demais ou sonolenta.
O uso da música em cena pode ser utilizada para criar o ritmo da cena, ou pode-se fazer o inverso, onde o ritmo da cena define como será a musica.
O capitulo ainda fala sobre o tempo-ritmo simples e composto, que nada mais é do que os conflitos da personagem, onde simples se enquadra em quando a personagem tem apenas um objetivo naquela cena (ficar serena por exemplo) e composto para situações de conflito de realidades, sendo elas as realidades objetivas e subjetivas. Kusnet dá o exemplo de uma mulher que vende frutas sob um sol escaldante. Sua realidade objetiva dita seu ritmo (lento, cansado), porém a realidade subjetiva é a necessidade de vender o quanto antes suas frutas, o que faz ela gritar alto e alegre, mesmo com todo o cansaço.
Podemos dizer que o tempo-ritmo é um dos itens mais importantes no andamento da peça, afinal, é ele que refletirá diretamente na reação do espectador.
Por Veronica Alencar e Rosangela Sierra.
O desafio de se lançar em alto mar.




